Arquivo da categoria ‘Real’

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Portão e Delegacia

Setembro 10, 2008

Campo de batalha de dragões. Atiro algo que não são balas. Parece uma encenação.  Eu quero ajudar a todos. O adversário vem comtudo e ganha.

Uma perseguição por uma ( dúvida ) criatura maligna. Ela vai me esquartejar, eu me escondo. Uma espécie de queda, acho que não sou encontrado.

Uma competição entre duas pessoas, filmagem, um rio e um barco.

Estou dirigindo, uma mulher ao meu lado, fCoi ( dúvida ). Há uma carrega enorme na minha frente, o trânsito está pesado, eu ultrapasso alguém. a carreta sobre um morro enorme e a mulher fala para eu ficar afastado. ( A carreta tem dois  eixos articulados e carrega dois conteiners sobre cada eixo )

Paro num portãozinho, estou dentro de um lote, fico esperando, há uma caminhonete parada na rua, um homem e uma mulher. Quando vão sair, a mulher me pergunta o que quero ( é uma delegacia ). Eu digo que é sobre documentos e ela me deixa entrar. O lugar está cheio de pessoas que parecem estar fazendo um curso de formação. Há uma espécie de terreiro, e a pessoa que coordena diz para eles formarem um círculo no local. Me empurram e eu acabo me misturando, mas tento sair, vejo uma mulher gordinha muito bonita.

Um bar no mesmo local, eu peço um marmitex, mas o cozinheiro toca a comida com as mãos. Eu faço cara de nojo. É um mexido muito molhado, como uma sopa. Ele serve o marmitex e novamente toca a comida com as mãos. Eu digo que ele poderia não fazer isto. Saio do local e subo um morro. Estou em Betim, atrás do bairro de minha tia. Há construções novas prédios de condomínio. Penso em comprar para revender.

Volto para a delegacia, conheço a moça gordinha, vamos para uma sala, há pessoas lá. Ela se abaixa e faz sexo oral comigo e depois transamos.

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Crianças escrevendo

Setembro 10, 2008

Nadando com maCd. Numa avenida. Antigo barracão, há alguém morando em frente, o proprietário queria arrumar algo. X maCd.

Discuto com algém sobre cartazes dizendo que crianças sabem desenhar/escrever. É uma reportagem.

Digo para sElis que não vou aguentar tantos dias à toa, que temos que viajar.

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Subindo a rua

Julho 11, 2008

Estava em um micro-ônibus, que se parecia com um pequeno vagão de metrô, inclusive as janelas que se abem apenas na parte de cima do vidro, e em um pequeno ângulo para dentro.

Subia a rua principal do bairro onde moro, na direção do centro da cidade. Na parte mais alta da rua, o motorista se deparou com um cruzamento em T, e virou para a esquerda em velocidade alta. Passamos a descer e percorrer rapidamente pequenas vielas, dentro do que era um clube de tenis ou golf. Aparentemente aquela rota devia servir para pegar as pessoas que eram sócias do clube.

Depois de sair do clube, eu desci do ônibus e entrei em um hospital que ficava à direita na mesma rua. Passei pela recepção e virei à direita numa pequena sala ou salão. Vi então meu professor de Esperanto neste espaço. Ele estava conversando com um rapaz, e parecia querer esquivar-se de mim, fingir não me ver ou não me conhecer. Eu aguardei que ele terminasse sua conversa, mas ele fez menção de fugir. Eu fui até ele para cumprimentá-lo, e acabei fazendo rapidamente, porque ele tentava fugir de alguma forma desse encontro. Entendendo isto, eu saí também rapidamente, passei pela recepção, e a recepcionista me observou enquanto eu saia.

Me vi então tendo acabado de descer a rua principal, e saí num cruzamento desta com uma avenida grande e movimentada mas de aparência acabada, periférica. Meu objetivo era continuar na mesma rua, do outro lado da avenida. Nesta continuação, havia um beco à esquerda que eu deveria seguir, que era um pequeno aclive.

Uma moto descia a rua em meu encontro, e quando estava já no beco, o motoqueiro me entregou um pacote, uma caixa pequena, e me disse que eu deveria dizer que a caixa era para mim, porque os policiais estariam atrás dele.

Os policiais logo chegaram num veículo e me questionaram sobre o que eu portava. Eu informei que o motoqueiro havia me entregado, dizendo que era para mim. O policial que me atendeu era jovem e disse que eu precisaria de uma testemunha para confirmar o que havia dito. Eles pareciam já conhecer o motoqueiro como um traficante. E eu realmente tinha tido a impressão de que haviam drogas na caixa.

O motoqueiro que até então fazia parte da cena foi embora, e eu segui com os policiais porque fiquei com receio de represália. Eles pararm numa rua logo a frente, para encerrar ainda uma outra ocorrência que tinha sido solicitada pelas pessoas de uma casa, que acabavam de chegar ao lugar.

Dentro da viatura, que era parecida com uma van, um outro policial de mais idade, negro, cujo nome eu perguntei mas não consegui me lembrar, mas que teria sido meu aluno no curso de cabo, me cumprimentou e conversamos um pouco. Pedi carona para o motorista da viatura que não quiz me ajudar.

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O poder dos Pássaros

Julho 10, 2008

Estava na varanda da frente da antiga casa de minha avó. Haviam outras pessoas lá também, talvez minhas tias, poucos, mas não me recordo deles com certeza. Eu olhava para a rua, à esquerda da varanda, e via pássaros que brincavam de pular no ar, arqueando as asas para planarem na descida, aumentando o tempo de queda.

Eu observei isto durante poucos instantes, e achei curioso os passaros fazerem isto. Em seguida lembrei de um atalho que havia observado durante a análise dos meus sonhos, para prestar atenção em animais, pois sonho constantemente com eles. Neste momento CLICK! Isto é um sonho!

Não me exaltei, apenas tomei consciência da minha condição. O ambiente ao meu redor tornou-se imediatamente mais nítido, menos enevoado, e uma enorme liberdade de pensamentos tomou conta de mim. Um primeiro pensamento de encontrar alguem passou por mim enquanto eu avançava em direção à varanda dos fundos da casa passando pela antiga sala ampla. Quando visualizei as portas de vidro e metal da varanda, lembrei de realizar o desafio dos Fogos de Artifício, e para isso eu deveria ir para a praia. Cheguei até o parapeito e atirei raios na direção do céu, e eles eram fogos de artifício, mas eu não estava na praia.

Recuei para a varanda da frente, e saí em disparada, voando para Oeste, fazendo uma curva já bem distante para o Sul. Tentava desenvolver uma velocidade que fosse alta o suficiente para atingir meu objetivo, mas eu nem mesmo tinha conseguido sair da cidade e não estava rápido o bastante. Me esforcei ainda mais um tempo tentando acelerar mas nenhum sucesso muito grande. Eu retornei então para a casa, passei pela varanda rapidamente, mas logo pulei para um lote do outro lado da rua, embora eu não visse a rua. Este lote era simples, com terreiro ao lado da casa, e havia uma árvore e vegetação nos cantos do lote.

Garotos brincavam e eu comecei a treinar a levitação. Eu saltava tentando me elevar, e conseguia, assim como os pássaros. Isto era para aperfeicoar a técnica, para conseguir dominar o vôo com mais perícia. Os garotos depois de algum tempo começaram a saltar também. Neste ponto, embora ainda lúcido, já não tinha objetivos bem definidos, e apenas aproveitava a experiência.

Algum tempo depois, observei gatos no terreiro, dois, pequenos. Achei-os muito bonitos, um deles era branco com poucas manchas no pelo, e ele brincava com uma formiga, agarrando-a enquanto ela fugia. Parei e apreciei o momento. Pensei como são bonitos e inteligentes esses animais.

E agora tudo o mais já se esvanesceu.