Posts de Julho, 2008

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Explosão de Esfera

Julho 20, 2008

Estava na refinaria, e a partir de onde me lembro, houve um chamado no rádio para informar que a pressão de uma das esferas de GLP estava com pressão alta. Yel* estava operando a área, e para conter o aumento da pressão, deveria despejar uma garrafa de um produto que eu não conheço na esfera.

Acho que não estavam conseguindo contato com ele, e eu senti que o tempo não ia ser suficiente para conter a pressão. Estava com medo e me desloquei na área, em direção ao portão de saída. Estava a pé.

Quando cheguei no portão, havia uma multidão de gente do administrativo, que estava fazendo fila para entrar em um ônibus que os levaria para longe da refinaria a fim de protegê-los. Não havia ninguém da operação, e eu não deveria estar alí, mas eu queria fugir também, pois sabia que a situação não poderia ser contornada. Entrei na fila para o ônibus e estava bantante tenso. Sentia medo que alguém percebesse que eu estava fugindo da refinaria. Eu não deveria estar fugindo.

Quando percebi já estava do lado de fora, mas não havia nada de especial no ambiente, era vago, amplo, e sem construções ou árvores. Sem nada. Soube que a esfera explodiu, mas não vi nem ouvi. Tive a impressão de que ela estivesse voando, e acabou por cair neste lugar onde eu estava próximo, mas quando atingiu o chão, fez uma cratera que mais parecia ter sido feita por um tanque. Um buraco circular no chão, que se aprofundava na forma de um cilindro.

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Defesa e kart

Julho 20, 2008

Estava no espaço para aula de defesa pessoal com o professor do CET. Os outros alunos são todos novatos. Ele pede para eu demonstrar alguma coisa. Saio correndo como se fosse ultrapassar alguns obstáculos, e uso as mãos para pegar mais impulso emalguns mastros ou postes de cerca.

Estou em uma espécie de canteiro com forma semi circular no que parece ser uma pista de corrida. Rub* chega num kart, troca algumas palavras e me empresta o carro para eu dar umas voltas.

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Subindo a rua

Julho 11, 2008

Estava em um micro-ônibus, que se parecia com um pequeno vagão de metrô, inclusive as janelas que se abem apenas na parte de cima do vidro, e em um pequeno ângulo para dentro.

Subia a rua principal do bairro onde moro, na direção do centro da cidade. Na parte mais alta da rua, o motorista se deparou com um cruzamento em T, e virou para a esquerda em velocidade alta. Passamos a descer e percorrer rapidamente pequenas vielas, dentro do que era um clube de tenis ou golf. Aparentemente aquela rota devia servir para pegar as pessoas que eram sócias do clube.

Depois de sair do clube, eu desci do ônibus e entrei em um hospital que ficava à direita na mesma rua. Passei pela recepção e virei à direita numa pequena sala ou salão. Vi então meu professor de Esperanto neste espaço. Ele estava conversando com um rapaz, e parecia querer esquivar-se de mim, fingir não me ver ou não me conhecer. Eu aguardei que ele terminasse sua conversa, mas ele fez menção de fugir. Eu fui até ele para cumprimentá-lo, e acabei fazendo rapidamente, porque ele tentava fugir de alguma forma desse encontro. Entendendo isto, eu saí também rapidamente, passei pela recepção, e a recepcionista me observou enquanto eu saia.

Me vi então tendo acabado de descer a rua principal, e saí num cruzamento desta com uma avenida grande e movimentada mas de aparência acabada, periférica. Meu objetivo era continuar na mesma rua, do outro lado da avenida. Nesta continuação, havia um beco à esquerda que eu deveria seguir, que era um pequeno aclive.

Uma moto descia a rua em meu encontro, e quando estava já no beco, o motoqueiro me entregou um pacote, uma caixa pequena, e me disse que eu deveria dizer que a caixa era para mim, porque os policiais estariam atrás dele.

Os policiais logo chegaram num veículo e me questionaram sobre o que eu portava. Eu informei que o motoqueiro havia me entregado, dizendo que era para mim. O policial que me atendeu era jovem e disse que eu precisaria de uma testemunha para confirmar o que havia dito. Eles pareciam já conhecer o motoqueiro como um traficante. E eu realmente tinha tido a impressão de que haviam drogas na caixa.

O motoqueiro que até então fazia parte da cena foi embora, e eu segui com os policiais porque fiquei com receio de represália. Eles pararm numa rua logo a frente, para encerrar ainda uma outra ocorrência que tinha sido solicitada pelas pessoas de uma casa, que acabavam de chegar ao lugar.

Dentro da viatura, que era parecida com uma van, um outro policial de mais idade, negro, cujo nome eu perguntei mas não consegui me lembrar, mas que teria sido meu aluno no curso de cabo, me cumprimentou e conversamos um pouco. Pedi carona para o motorista da viatura que não quiz me ajudar.

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O poder dos Pássaros

Julho 10, 2008

Estava na varanda da frente da antiga casa de minha avó. Haviam outras pessoas lá também, talvez minhas tias, poucos, mas não me recordo deles com certeza. Eu olhava para a rua, à esquerda da varanda, e via pássaros que brincavam de pular no ar, arqueando as asas para planarem na descida, aumentando o tempo de queda.

Eu observei isto durante poucos instantes, e achei curioso os passaros fazerem isto. Em seguida lembrei de um atalho que havia observado durante a análise dos meus sonhos, para prestar atenção em animais, pois sonho constantemente com eles. Neste momento CLICK! Isto é um sonho!

Não me exaltei, apenas tomei consciência da minha condição. O ambiente ao meu redor tornou-se imediatamente mais nítido, menos enevoado, e uma enorme liberdade de pensamentos tomou conta de mim. Um primeiro pensamento de encontrar alguem passou por mim enquanto eu avançava em direção à varanda dos fundos da casa passando pela antiga sala ampla. Quando visualizei as portas de vidro e metal da varanda, lembrei de realizar o desafio dos Fogos de Artifício, e para isso eu deveria ir para a praia. Cheguei até o parapeito e atirei raios na direção do céu, e eles eram fogos de artifício, mas eu não estava na praia.

Recuei para a varanda da frente, e saí em disparada, voando para Oeste, fazendo uma curva já bem distante para o Sul. Tentava desenvolver uma velocidade que fosse alta o suficiente para atingir meu objetivo, mas eu nem mesmo tinha conseguido sair da cidade e não estava rápido o bastante. Me esforcei ainda mais um tempo tentando acelerar mas nenhum sucesso muito grande. Eu retornei então para a casa, passei pela varanda rapidamente, mas logo pulei para um lote do outro lado da rua, embora eu não visse a rua. Este lote era simples, com terreiro ao lado da casa, e havia uma árvore e vegetação nos cantos do lote.

Garotos brincavam e eu comecei a treinar a levitação. Eu saltava tentando me elevar, e conseguia, assim como os pássaros. Isto era para aperfeicoar a técnica, para conseguir dominar o vôo com mais perícia. Os garotos depois de algum tempo começaram a saltar também. Neste ponto, embora ainda lúcido, já não tinha objetivos bem definidos, e apenas aproveitava a experiência.

Algum tempo depois, observei gatos no terreiro, dois, pequenos. Achei-os muito bonitos, um deles era branco com poucas manchas no pelo, e ele brincava com uma formiga, agarrando-a enquanto ela fugia. Parei e apreciei o momento. Pensei como são bonitos e inteligentes esses animais.

E agora tudo o mais já se esvanesceu.

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Campo Militar

Julho 9, 2008

Estou em um campo militar com novos soldados de 2a classe, sem uniforme e com cabelo grande. Tenho de me esconder, achar outra roupa de educação física. Quando saio, minha turma de Sgt está em forma. Entro em forma mas não posso obedecer aos comandos e digo isso ao comandante.

Me junto aos Sd 2a Classse. A comandante nos faz correr. Eu estou na frente. Há um campo de futebol onde os oficiais jobam bola. Eu deixo algumas moedas num canto para buscar depois. Na volta eu as pego antes de alguém da minha turma.

Abraçado com uma moça, ela é carinhosa, estamos muito próximos e ela quer dizer alguma coisa mas não diz.

Numa casa imunda, passo em frente ao A7 e ele está demolido até o 3o andar. Nós nadamos na piscina.

Depois, dentro do carro com pessoas, Alisson, Alan, e há uma garota sentada do lado de fora do portão com uma coruja branca. A coruja voa até o carro. Eu assobio e ela pousa no meu braço mas é muito pesada.

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Quatro pares de criaturas

Julho 4, 2008

Na área uma mulher tenta me matar com uma faca grande, e um cara também.

Criaturas pequenas. Estação de Venda, abrir 10% em manual. No mar, atacado por piratas. Edu me pede 4 pares de criaturas mas eu não quero dar, pois acho que elas vão morrer. Uma válvula pequena tem que ser levada até a Estação de Medição.

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Festa no Alto

Julho 4, 2008

Estou numa espécie de festa numa casa que fica no alto de um morro de onde se pode ver muito longe. Algumas mulheres dão em cima de mim e eu fico com elas sem minha namorada saber.

Há uma chuva de meteoros e encontro com Davi na sua casa, vou lá levar alguma coisa para ele.

Meteoros caem. Aula de judô. O mestre pede coisas difíceis e eu não faço tão bem. Ele sai um pouco. Surge um jacaré que tenta comer outros animais, um cabrito, um polvo,  mas não consegue.

Eu penso em algumas acrobacias para fazer bem, segurando numa prateleira fixa  na parede.

Na casa ao lado e acima de onde estou ( um lote ) ouço a voz de Davi com alguma mulher e fico curioso. Vou urinar num vaso ao lado de onde estou, e ele cospe em mim da janela. Subo pelo outro lado para ouvir mais, mas está escuro.

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Greys Anatomy

Julho 4, 2008

Sexo com Dra. Yang e uma negra.
Ando por uma rua cujas calçadas são largas, e Dra. Yang segue de moto, uma vespa, pela calçada, passando pelo espaço de um restaurante onde há pessoas jantando.

Subimos as escadas em caracol, feitas de alvenaria, que conduzem a andares estranhos, como uma favela em um prédio. As pessoas são pobres e eu as vejo pelas portas. No alto do prédio estamos indo para sexo novamente.